Amigo não se perde, então “até mais Chris”
Por Nildo Ferreira
Lembro que uma das primeiras vezes em que sentei para ouvir falar de roteiro, foi com a Chris Riera nos dando aula em 2006, nas Oficinas Querô. Achei aquilo demais, eu era apenas um moleque, mas devido as palavras dela naquele dia, sabia o queria fazer: roteiro.
Desde então, viramos amigos. Um dia estava com o Victor Luiz na Vila Madalena, rodando o documentário para o Brincante, quando vimos uma mulher passar de moto, eu disse: é a Chris, Vitão! Corremos por meio dos carros e fomos atrás dela. Ela se assustou, mas logo nos reconheceu, paramos um pouco o trânsito e nos abraçamos.
Depois trocamos alguns e-mails, ela comentou em um post meu sobre “Anti-Jornada do herói” e disse que compartilhava da mesma opinião.
Chris foi uma grande parceira das Oficinas Querô, sempre que podia, descia a Serra para dar um pouquinho de inspiração para molecada.
Bom, tu farás falta Chris, não só para mim, como para toda a equipe e os jovens do Instituto Querô.
Grande beijo e descanse em Paz.
A dramaturga Chris Riera faleceu hoje, em São Paulo, aos 44 anos, em consequência de um câncer de pulmão.
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